No dia 29 de abril estive na Expovinis, na companhia de meus dois camaradas Marcelo e Eduardo. Por causa da correria do trabalho, fomos apenas no segundo dia, mas valeu muito a pena. Foram horas felizes.

Sugeri entrarmos primeiro no stand da Ventisquero. Como sou fã declarado, queria visitá-los para saber as novidades. Ao chegar ao stand fomos muito bem recebidos e encaminhados a uma atendente muito simpática que nos ofereceu os vinhos para degustação. Durante a degustação ela nos deu muitas informações sobre as regiões e a forma como foram produzidos. Degustamos alguns top de linha deles como: Grey Merlot 2006, Queulat Pinot Noir 2006, Grey Syrah 2005, sendo os dois últimos excelentes e prontos para beber.

Na sequência, indicado pelo Eduardo fomos conhecer os vinho da também chilena Tamaya. Stand bonito, moças bonitas, mas totalmente despreparadas. Acho que a frieza das meninas deixou o vinho um pouco “frio” também. Não gostei dos vinhos. Gostaria de degustar eses vinhos em outra oportunidade para tirar essa má impressão.

Daí passamos para os brasileiros. Visitamos a Lídio Carraro, Dal Pizzol, Pizzato, Miolo, Villa Francioni e Boscato. Fomos muito bem recebidos na Pizzato, Dal Pizzol e principalmente a Boscato em que fomos atendidos pessoalmente pelo seu enólogo, o simpático Sr. Clóvis Boscato. Ele nos apresentou toda linha e ficamos impressionados com a qualidade dos vinhos. Já na Pizzato ficamos mais tempo. Fomo atendidos pelo atencioso Ederson que nos apresentou as novidades como o Fausto Merlot 2006, Egiodola 2005 e o excelente espumante brut. Na Dal Pizzol experimentamos o excelente Dal Pizzol Touriga feito 100% da uva que dá o nome ao vinho.
Ficamos um pouco decepcionados com a Miolo e Villa Francioni. A Miolo pela “muvuca” que estava o stand. Tudo bem que a Miolo é, em volume, a maior vinícola nacional atualmente mas é aí justamente que a coisa perde a graça o charme. Simplesmente não conseguimos degustar quase nada no stand tamanho empurra-empurra. A Villa Francioni por outro lado, decepcionou pelo custo-benefício. Esperimentamos quase toda linha mas sinceramente, apesar da boa qualidade, acho muito difícil pagar R$ 70,00 pelo rosé deles. Nesse valor temos dezenas de opções superiores.
Ainda demos uma passada nos stads das importadoras Qualimpor, que distribuem o excelente Esporão, na Wine Company que traz o também português Adega de Pegões e por último na MM Vinhos que distribuem os bons vinhos argentinos Cinco Sentidos.
De maneira geral gostamos muito da feira e ficamos com aquele gostinho de quero mais já que pudemos ir somente um dia. Independente de ser um produtor nacional ou importado, além as maravilhas que degustamos, prevaleceu a simpatia e atenção dos produtores que nos recebem e apresentam suas criações como verdadeiros filhos. É impressionante o amor que eles colocam dentro dessas garrafas. Este é o ingrediente mágico de todo grande vinho.
Com certeza o melhor da Expovinis foi isso, a simpatia.

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