Sempre achei muito subjetiva a análise dos vinhos que se faz atualmente através de pontos, pregada pelo cultuado Robert Parker. Sempre me pergunto: qual a diferença entre um vinho de 95 e um de 96 pontos? Difícil.

Comecei então a procurar outros olhares e daí me apareceu o Hugh Johnson. Ele tem um tipo de avaliação mais simplificada e menos técnica. Ele leva muito em consideração a região e o contexto em que o vinho foi “gerado”.

Em seu último guia de vinhos, achei interessante que ao invés da análise, vinho a vinho, ele avalia de forma geral a performace da vinícola nos últimos anos, destacando o que de há de melhor em cada uma.

Um fato que me chamou a atenção foi que das mais de 300 páginas do guia, existe apenas um parágrafo citando o Brasil e ainda destacando a vinícola Aurora, Miolo e Rio Sol (tsc!). Daí vemos quanto o Brasil ainda está longe dos olhos críticos dos especialistas.

É um guia muito interessante, prático e barato para quem quiser explorar mais o velho mundo e viajar junto com o autor sobre suas regiões, através de uma linguagem fácil e de seu olhar descomplicado sobre esse universo.

Quem quiser conhecer um pouco mais esse guia e ler um capítulo “na faixa”, clique aqui.

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