Ontem fui à Brasilia a trabalho e por sorte minha e também ajudado pelo vinho, fiz muitas amizades pelo Brasil, inclusive por lá. Aproveitei que estava na cidade e combinei um almoço com meu querido amigo Guilherme, do blog Um papo sobre vinhos. Junto comigo, estava outro colega, curioso sobre o vinho ainda, mas não menos deslumbrado ao presenciar toda a euforia que acontece, quando os confrades se encontram.

Partimos então para o Piantella, dica do Guilherme, restaurante agradável e ótimo atendimento. Depois de olharmos a boa carta de vinhos da casa, o Guilherme indicou o  Casanova di Neri Rosso di Montalcino 2008, ótima pedida para acompanhar os pratos que nós três pedimos, todos da cozinha italiana. O meu, um ravioli de pato com molho de cogumelos, estava divino que saboreei lentamente acompanhado do excelente vinho, ouvindo as histórias da última viagem do Guilherme à região do Dão. Harmonização melhor, impossível!

Faltou vinho para tanta comida boa, faltou tempo para tanta história. Sempre falta. O tempo passa rápido demais quando temos que ir embora de um lugar tão bom, na companhia de pessoas queridas. Por fim tivemos que continuar nossa jornada por Brasilia.

Esse momentos me fizeram lembrar de muita gente que conheço, que ainda não entenderam a verdadeira magia do vinho. Pobre coitados, acham que o vinho é apenas uma bebida alcoólica.

Meu colega sortudo, que esteve com esses “amigos do vinho” por algumas horas, viu de perto a magia do vinho acontecer e até arriscou uma definição: “Enófilos são de certa forma curiosos colecionadores, mas que não colecionam e sim compartilham”.

É isso mesmo: colecionamos amigos, compartilhando o vinho.

 

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