A Freixenet é famosa por aqui. Vendem muito no Brasil, mas também vendem muito pelo mundo inteiro. Os espanhóis não são de brincadeira. Tanto que se uniram aos portugueses da Qualimpor para distribuir seus espumantes.

Além das linhas mais conhecidas e com preços convidativos como a Cordón Negro e Cordón Rosado, eles tem também a linha Elyssia, onde brincam de fazer cortes interessantes com uvas espanholas e francesas. Essas eu ainda tenho que provar.

Mas o que eu experimentei foi o top da vinícola chamado Freixenet Reserva Real. Uma cava séria, feita com as tradicionais uvas macabeo, parellada e xarello pelo método tradicional, em que a segunda fermentação em garrafa é feita por longos 30 meses. Outro detalhe interessante, é que nesses 30 meses, as garrafas não são lacradas com aquela tampinha metálica, mas sim com rolha e sua remoção é manual.

Todo esse cuidado pecebe-se no nariz e na boca. Um espumante elegante, de bolhas em grande quantidade, muito finas, aromas de fermento, tostado, frutas cristalizadas. Muita acidez e frescor, marca registrada desse tipo de espumante.

Bela cava, sofisticada, que mesmo amparada pela força e qualidade da marca, tem a missão de concorrer com os champagnes mais básicos na faixa dos R$ 150,00.

 

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