Junto com o lançamento dos novos espumantes da Cave Geisse, Cave Geisse Blanc de Blancs 2009 e Cave Geisse Blanc de Noir 2009, tive a oportunidade de provar o primeiro champagne produzido pela vinícola.

Mas pode chamar de champagne um espumante brasileiro? Não. O termo champagne só pode ser utilizado para os espumantes produzidos na região de Champagne, na França ok?

Orgulhoso e carregando sua nova cria nos braços, Mario Geisse, que é competente e esperto, nos explicou que foi pra lá fazer o seu próprio champagne em parceria com a Família Dumont, que são produtores tradicionais na região. Ele produzem champagne faz “só” 300 anos.

A ideia de produzir esse champagne em parceria, surgiu quando Philippe Dumont esteve no Brasil visitando a vinícola de Geisse em 2007. A afinidade entre eles cuidou para que esse projeto saísse do papel.

Foram produzidas apenas 1.500 garrafas porque ele escolheu justamente uma pequena parcela de vinhedos com denominação Premier Cru. É um bom champagne, mas tem seu preço: R$ 280,00.

Feito de 50% de chardonnay e 50% de pinot noir, tem aromas intensos de fruta cítrica, nozes, brioche e no paladar é cremoso, acidez equilibrada, bolhas finas e o toque de limão siciliano que permanece na boca, deixa a gente encantado. É um estilo de champagne mais leve e fresco, pronto para beber, mas nem me arrisco dizer o que o tempo fará de bom para ele. Se resistir, compre e abra só daqui há alguns anos e me conte, ou me convide.

😉

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